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3 de mar. de 2013

Poesia de Neyluas - Violência



Violência


Ainda sinto arder em minh’alma
O atrevimento e crueldade de tuas mãos
Espancando o meu corpo
Sangrando o meu coração.

O mesmo corpo que te deu tanto prazer
E como depósito de tuas emoções
Foi teu amigo
Saciando os teus mais fantásticos desejos
Ele te serviu como abrigo.

Ainda vejo refletido no espelho
A ira do teu ódio
Nas violentas marcas dos teus dedos
Que não viram as súplicas dos meus olhos
Nem as lágrimas de desespero
Que molharam o meu rosto
Tão cheio de espanto
Tão cheio de medo.

Poesia de Neyluas - Flasch




Flasch

É como se fosse um flash de luz
ou um raio de estrela;
Como se não fosse a minha mente
reluzindo tua presença.
Tantas lembranças de um dia de sol...
Também, madrugadas de chuva e sereno
E alvoradas de momentos morrendo...
E eu... Ah, eu...
já sentindo a tua ausência
na aurora do dia amanhecendo.
P’ra canto algum fiz tantas viagens,
iguais aquelas que fiz em tua imagem
de olhos espelhentos,
Viagens essas, que hoje me dão saudades.
É como se fosse verdade
Como se não fosse miragem
A presença tua que me invade
e reluz a minh'alma
Iluminando a noite do meu ser.