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15 de jul. de 2021
25 de abr. de 2021
7 de mai. de 2020
22 de abr. de 2020
Poesia de Selma Ratis - Empatia
2 de jan. de 2018
Poesia de Selma Ratis - Maria
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| Fonte - http://ivannacosta.zip.net/arch2010-03-07_2010-03-13.html |
MARIA
O que seria do mundo
sem as Marias?
Maria que foi, que fica
Maria que vai e volta
Que chama,que grita.
Feliz quem teve uma
mãe sensata e colocou
Em seu nome: Maria.
Você, Maria, cresceu cheia
De graça e só veio a dar
Importância ao seu nome
Quando o amor acordou
aAmulher que estava muda
E quieta, perdida nos sonhos
Que em seu peito fervia.
Feliz,é também, o homem
que tem em sua vida
Nem que seja,uma só,Maria.
Selma Ratis
25 de nov. de 2016
3 de nov. de 2016
1 de out. de 2016
Homenagem aos Fundadores da SPVO
Sarau da Biblioteca Pública de Olinda
Homenagem aos Fundadores da SPVO - Madalena Castro, Olímpio Bonald, Selma Ratis, Maria Pereira e Anélio Souza (In memória)
Clique aqui para ver todas as fotos
27 de set. de 2016
15 de set. de 2013
Poesia de Selma Ratis - Cotidiano
COTIDIANO
Selma Ratis
Durante
o dia me lembro
Do
seu amor, do sexo
Afagos,
carinhos, beijos.
O
desejo aflora
Crio
fantasias
Que não ousaria dizer
E
me excito
Num
vai e volta
De
prazer.
Mas
à noite
Depois
de substituir
A
faxineira e você
Voltar
do trabalho e do curso
O
único negócio
Que
fazemos juntos é dormir!
1 de nov. de 2012
Poesia de Asheley Iaponira Silva
Hoje despertei
E quis ver um mundo melhor
Um mundo mais sim do que não
Será tão complicado
Ver o outro como irmão?
E me veio uma certeza
Que o amor entre povos e religiões
Iria acontecer de verdade
O pensamento sempre positivo
Para ver um mundo de felicidade.
Asheley Iaponira Silva
* Poesia vencedora do I Concurso Literário da Escola Técnica SENAI Caruaru, organizado pelo Núcleo de Informação e Documentação - Bibliotecária Ana Cristina Castro.
As poetisas Elizabeth Brant, Margareth leite, Madalena Castro e Selma Ratis, formaram a comissão julgadora para selecionar os trabalhos inscritos.
5 de ago. de 2012
17 de jul. de 2012
6 de jul. de 2012
Poesia de Selma Ratis
Paulista conhece bronzeado?
Quero louvar , aplaudir
O poeta flautista
Natural de Paulista
Edvaldo Bronzeado.
Entre seus poemas:A Doceira
Osteoporose e Discurso Azul
São clássicos lidos
Nos salões, nas praças, nas
feiras.
Autor de três livros:
Sacola de poesia
Membi-flauta de Osso
E A Mão e a Pedra.
Deixa os leitores
Cheios de alegria.
É incansável na luta
Na conquista.
Bronzeado, você
É, sem dúvida, um orgulho
Para Paulista.
Selma Ratis
4 de abr. de 2012
Poesia de Selma Ratis
PROFANO
O vai e vem
Dessas ondas
Dessas nuvens
Dos ventos
E o barulho
Que vai e vem
Desse mar.
Aguça em mim
Um desejo profano
De amar.
Selma Ratis
2 de ago. de 2011
Poesia de Selma Ratis
FIDELIDADE
Quando estou por cima de ti
E sinto o côncavo do teu corpo
No convexo do meu, tenho
Certeza de que naquele instante
Literalmente tu és meu.
Quando tu estas por cima de mim
E um prazer desponta, não sei
De que ponto o invade meu corpo,
Minha cabeça, levando corrente
De estímulos em minha pele nua
Tenho certeza que neste instante
Sou inteiramente tua.
Selma Ratis
13 de jul. de 2011
Os Fundadores da Sociedade
21 de nov. de 2010
Poesia de Selma Ratis
5 de set. de 2010
Poesia de Selma Ratis
VALIDADE
Que bom que você
Vai e volta
Volta antes de perder
O prazo de validade
No meu coração.
Selma Ratis
4 de jul. de 2010
Poesia de Selma Ratis
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