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6 de abr. de 2021
27 de mar. de 2021
29 de set. de 2013
14 de jan. de 2013
3 de jan. de 2013
8 de nov. de 2012
Poesia de Onildo Moreno
POESIA NO LIXO
SER POETA É TER ALMA
É FALAR DE AMOR
É DIZER TE AMO
MAS POESIA NO LIXO ?
SIM NO LIXO
MAS NO LIXO ACHEI A COLEÇÃO DOS
ANAIS PERNAMBUCANOS
SIM NO LIXO
PEREIRA DA COSTA
NO LIXO
MAS FOI PRESENTE DO ETERNO
NO LIXO
POESIA NO LIXO
ONILDO MORENO NO LIXO
SUA POESIA NO LIXO
ALGUÉM VAI ACHAR NO LIXO
VAI LER E DIZER
ESSE MORENO POETA
NÃO É LIXO
1 de nov. de 2012
7 de out. de 2012
Poesia de Onildo Moreno
FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO !
Onildo Moreno
NAS FOGEIRAS DA INQUISIÇÃO
FIGUEIRAS
SOBREIRAS
OLIVEIRAS
NENHUM RODIRGUES PEREIRA
ESCAPAVA
NAVARRO
MORENO
MACEDO
PRIMO
CARVALHO
POSSUÍAM SANGUE JUDAICO
NAS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO
GOMES
MENDES
NUNES
TORRES
ALVARES
CAPAZES DE COISAS PRODIGIOSAS
NAS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO
BRAGA
SILVA
UNIAS
FAMÍLIAS SEFARADINS NAS FOGUEIAS DA INQUISIÇÃO
MARRANOS ! MARRANOS!
MARRANOS!
ANUSIM ! ANUSIM ! ANUSIM!
O SANGUE CHAMA !
PS . POESIA DECICADA A TODOS OS BNEI ANUSSIM
11 de ago. de 2012
Poesia de Onildo Moreno
A pecadora
Cálice de prazer sabor do pecado
Funesto amor, sussurrado
Distante lembrança que devora
Um amor perdido que foi embora.
E pelo que fica dito
Senhora do meu coração
Ardente vinho ilícito
Com fúria força e revolução.
No silêncio da noite, a cada instante
Chica da Anunciação é amante
Mulher de má vida dita A PECADORA
É Mar em chamas por desejos proibidos.
Jóia libente desejo mais ardente
Loucuras no meu silêncio
Oh! Misteriosa PECADORA
Eu neste convento me resigno.
A benção de teus santos seios
Que motiva desejos noturnos
Acordo e não posso esquece Lá
Lilith da noite. A PECADORA
Onildo Moreno
24 de jul. de 2012
Poesia de Onildo Moreno
Tantas vêzes
Tantas vêzes, na madrugada rezo
Para cobrir-te com meu corpo
Sentir o cheiro de tua flor
Tantas vêzes, em vão, rezo
Tantas vêzes grito no silêncio
Teu nome, Irmã, Amiga !
Tantas vêzes sem rumo ou rota
Sem saber ondes estais !
Tantas vêzes eu tremia e tu sorriste
Mergulhamos os dois sem volta
Tantas vêzes nos corredores
Escuras alcovas...
Tantas vêzes, na madrugada rezo
Para cobrir-te com meu corpo
Sentir o cheiro de tua flor
Tantas vêzes, em vão, rezo
Tantas vêzes grito no silêncio
Teu nome, Irmã, Amiga !
Tantas vêzes sem rumo ou rota
Sem saber ondes estais !
Tantas vêzes eu tremia e tu sorriste
Mergulhamos os dois sem volta
Tantas vêzes nos corredores
Escuras alcovas...
Onildo Moreno
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