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8 de nov. de 2012

Poesia de Onildo Moreno

 
 
POESIA NO LIXO
 
SER POETA É TER ALMA
É FALAR DE AMOR
É DIZER TE AMO
MAS POESIA NO LIXO ?
SIM NO LIXO
MAS NO LIXO ACHEI A COLEÇÃO DOS
ANAIS PERNAMBUCANOS
SIM NO LIXO
PEREIRA DA COSTA
NO LIXO
MAS FOI PRESENTE DO ETERNO
NO LIXO
POESIA NO LIXO
ONILDO MORENO  NO LIXO
SUA POESIA NO LIXO
ALGUÉM VAI ACHAR NO LIXO
VAI  LER E DIZER
ESSE MORENO POETA
NÃO É LIXO
 
AMA FORTE COM UMA PERNAMBUCANIDADE

1 de nov. de 2012

Poesia de Onildo Moreno



ESTÚPIDO AMOR!


Estúpido amor que invade

Meu coração sefarad

Lembrança de Anunciação

Lua nova, D’us te salve.

Guarde-me do estúpido amor

Não sei se vou perdoá-la

Mas ainda amo doidamente

Estúpido amor!

Doença sem cura...


Onildo Moreno

7 de out. de 2012

Poesia de Onildo Moreno

Amadis ! Ama...
Onildo Moreno


Amadis
Ama ...
Ama o sorriso
Ama o olhar...
Ama a noite...
Ama com força...
Ama com uma Pernambucanidade !


Poesia de Onildo Moreno


FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO !


Onildo Moreno


NAS FOGEIRAS DA INQUISIÇÃO
FIGUEIRAS
SOBREIRAS
OLIVEIRAS
NENHUM RODIRGUES PEREIRA  ESCAPAVA
NAVARRO
MORENO
MACEDO
PRIMO
CARVALHO
POSSUÍAM SANGUE JUDAICO
NAS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO
GOMES
MENDES
NUNES
TORRES
ALVARES
CAPAZES DE COISAS PRODIGIOSAS
NAS FOGUEIRAS DA INQUISIÇÃO
BRAGA
SILVA
UNIAS
FAMÍLIAS SEFARADINS NAS FOGUEIAS DA INQUISIÇÃO
MARRANOS ! MARRANOS!  MARRANOS!
ANUSIM ! ANUSIM ! ANUSIM!
O SANGUE CHAMA !

PS . POESIA DECICADA A TODOS OS BNEI ANUSSIM

11 de ago. de 2012

Poesia de Onildo Moreno


A pecadora
 
Cálice de prazer sabor do pecado
Funesto amor, sussurrado
Distante lembrança que devora
Um amor perdido que foi embora.
 
 
E pelo que fica dito
Senhora do meu coração
Ardente vinho ilícito
Com fúria força e revolução.
 
 
No silêncio da noite, a cada instante
Chica da Anunciação é amante
Mulher de má vida dita A PECADORA
É Mar em chamas por desejos proibidos.
 

Jóia libente desejo mais ardente
Loucuras no meu silêncio
Oh! Misteriosa PECADORA
Eu neste convento me resigno.
 

A benção de teus santos seios
Que motiva desejos noturnos
Acordo e não posso esquece Lá
Lilith da noite. A PECADORA

Onildo Moreno

24 de jul. de 2012

Poesia de Onildo Moreno


Tantas vêzes

Tantas vêzes, na madrugada rezo
Para cobrir-te com meu corpo
Sentir o cheiro de tua flor
Tantas vêzes, em vão, rezo

Tantas vêzes grito no silêncio
Teu nome, Irmã, Amiga !
Tantas vêzes sem rumo ou rota
Sem saber ondes estais !

Tantas vêzes eu tremia e tu sorriste
Mergulhamos os dois sem volta
Tantas vêzes nos corredores
Escuras alcovas...

Onildo Moreno