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20 de nov. de 2021

Poesia de Lúcia Chagas - A consciência não tem cor tem respeito



 A  CONSCIÊNCIA NÃO TEM COR TEM RESPEITO


20 de novembro

Data que é vivenciada

A consciência negra 

Que merece lembrada


O movimento contra a escravidão 

Foi um movimento político

E o nome dado a ele

Foi abolicionismo


Os negros sofridos

Fugiam para se libertar

Até chegar a Lei Áurea 

Para os libetar

 

 A princesa Isabel 

A Leia Áurea assinou

Mas para aquela época 

Pouco funcionou


As etnias 

Devemos respeitar 

Não apenas na escola 

Mas, em todo lugar 


Respeitar as etnias

E todas as diferenças 

A cultura e tradições 

E também a sua crença


Reconhecer seus valores

Exigir direitos adquiridos

Saber que existem leis 

Para que sejam mantidos


Sua arte, religião e tradição 

Saber que podem expressar 

Que respeitam sua história 

Que é herança popular


Muito se precisa mudar

Algumas colocações repensar 

Tipo a coisa ficou preta

Alguns gostam de comentar.


Autora professora Lúcia Chagas e participação da professora Cristiane Rafael e alunos dos 4° Anos A e B da EMTI Josefa Batista da Silva - Jaboatão dos Guararapes PE

Imagem - https://crmvsp.gov.br/

Poesia de Lucélia Barbosa Gomes - A consciência é de todos...


 

A CONSCIÊNCIA É  DE TODOS...


Toda consciência revela  o seu interior

Branca ou  preta , não  tem cor

Se  o respeito colidiu com o direito 

Não existe ser imperfeito,  nem  inferior 

A madre de quem gerou não deu defeito

Não pode ser rejeitada 

A  humanidade não pode ser cobrada 

Se a pele tem cor, o amor encobre com a dádiva.

Se nada supera a criação Divina,  Deus assina, 

Só a ele compete, ninguém merece ser injustiçado. 

Ser de cor não é  sina, é legado...

Quem reconhece não tem preconceito 

Reverência, aplaude ...


Lucélia  Barbosa  Gomes

Imagem - Fonte - https://www.secor.org.br/


20 de nov. de 2020

Poesia de Madalena Castro - Viva a resistência negra!


VIVA A RESISTÊNCIA  NEGRA!


Não,  a tanto preconceito!
Não,  à  discriminação 
Contra quem construiu quase
Toda esta nossa nação 

Arrastado do seu lar
Feito animal  acuado
E até  hoje continua
Reprimido e humilhado

Sob tanta crueldade 
Fez nosso Brasil crescer
A tristeza o sucumbindo
Só  vendo branco vencer 

Deu seu sangue,  sua vida
Deu a força dos seus braços 
Mas até  hoje ele luta
Pra conquistar seus espaços 

Viva a Resistência  Negra!
E viva a sua cultura!
Viva o Negro que persiste
Com toda sua bravura!

Madalena  Castro
Intérprete - Josinaldo