19 de abr de 2011

Ítala Caminha





O JARDIM DA ESPERANÇA

Em noites calmas e silenciosas, onde só se escuta o gruindo de um cão,
Dois gatinhos conversam um o outro, Lulu e Lalá.
Aqui começa seu dialogo:


Lulu, dizia a sua amiga Lalá:
Estou entristecido demais com o homem sabe?
Você, “Ele” está cada dia destruindo a si próprio. Acabando com as florestas, poluindo as águas do rio... Construindo bombas para a destruição do mundo. E acabando a paz. Aumentando a violência mais e mais. As crianças e adolescentes se prostituindo drogando-se a cada dia.
Somos felizes, Lalá, porque no nosso mundo de animais irracionais, não temos nada disso, nós nos respeitamos.
Sabe Lalá? Outro dia escutei uma conversa de dois seres humanos:
Um dizia ao outro: “Fulano não presta, precisa morrer, odeio-o...”
“Sicrana é uma cretina..., e assim por diante...”
“Quero que dê tudo errado para ela”
Lalá, o “homem” é um animal racional, inteligente, mas só que não sabe prezar o que Deus lhe deu de bom: “O RACIOCINIO”, só pensa em fazer maldades falar mal dos outros, levantar falsos, violentam as leis e fazem fofocas. No nosso meio não existe nada disto, sabe você? A honestidade, o amor ao próximo, está quase desaparecendo da face do globo terrestre, abrindo o caminho para o desamor, desonestidade, e a violência.
Tudo isso é triste.
Tomara que o mundo gire, com rapidez, formando uma nuvem de paz! Se espalhando em toda humanidade, que será, sem guerras, sem violências, sem prostituições, sem drogas, sem ambições.
Será um Jardim de Amor.
Agora Lalá, vamos para o nosso Jardim de Esperança.

Da Escritora/Acadêmica
Ítala Caminha
06-01-1989

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