13 de ago de 2018

Poesia de Luciene Gomes - E depois, da tempestade...


E depois; da Tempestade...

As tardes de inverno, já são desalentos para muitos 
que não sentem paz..
O caos, conhecido e companheiro 
faz tortura o mês inteiro, e nem pensa em nos deixar !
No repente, e ligeiro desatino, ouvisse sussurros 
e o murmurar incompreensível..
Faz despertar a grande fera, que pode matar 
em um simples... olhar!!!
Do que, pensar de vir ?!
Os muitos, que não forem atingidos, guarda no peito
um gemido, temendo, do que se possa fazer...
O brilho do sol que vem, chega pra aquecer 
aos que buscarem a vontade de viver
que perdida; parecia ser ?!
Pelas grandes inconstâncias da vida!!!
E ver; lá outra vez a distância 
se abrir em sorrisos a esperança
de outra vez, no reflexo das muitas águas 
um semblante...
Do que já estava adormecido...


@Copyright/2018 
Imagem Google

14 de mai de 2018

Poesia de Giselda Pereira - Mãe é assim


MÃE É ASSIM

É socorro na beira da estrada
É calmaria numa tempestade.
E viver numa eterna ansiedade...
É o atalho do caminho
O aconchego do ninho...


É forte como correntes
Isso mostra no abraço
É a água que molha a terra
Não se queixa de cansaço...

Mãe é assim...

È o primeiro verso da poesia
É a canção não terminada
È um jardim com margaridas
MÃE...é a própria VIDA...


Quando a MÃE faz a partida
Fica no peito a ferida
As estrelas que estão a brilhar
São os olhinhos delas
Que vão sempre nos guardar.


Giselda Pereira

11 de mai de 2018

Poesia de Margarett Leite - Minha Mãe



MINHA MÃE

Singela e bela

amor silencioso
presente maior
seguro e forte


Sempre colo

na hora certa 
medida exata
sublime ação


Mãe medida exata 

não te esqueci
é fortaleza
exemplo exato 
sem vida ou morte
eternidade no coração.


Margarett Leite


10 de mai de 2018

Poesia de Madalena Castro - Recordação



RECORDAÇÃO

Me recordo de você mãezinha
Ao meu lado enquanto eu sofria
Seu corpinho abraçado ao meu
Com carinho, o meu corpo aquecia

Muitos dias, cantei de tristeza
Pra fingir, que era de alegria
 Mas por dentro, eu estava chorando
Só Deus sabe, o quanto eu sofria

Quando a dor me fazia tremer
Seus olhinhos, chorando eu via
Choro agora, sozinha, escondida
 Na tristeza, ou na minha alegria

Quantas vezes, eu chorava baixinho
Você via, e se punha a chorar
Não tinha recurso nenhum
Porém tinha, seu amor pra dar

Mamãezinha, você foi guerreira
Hoje é musa e minha inspiração
O remédio pra minha saudade
O sossego, pro meu coração

Madalena Castro

                          2014

Poesia de Giselda Camilo - De Mães e Pão



De Mães e Pão

Com o canto dos passarinhos
Revoando dos seus ninhos
Cedinho,
Por entre rosas e espinhos,
Penso em Maria
Que, um dia, também cedinho
Acordou

E para seu filho Jesus, o pão
Preparou
Mãe zeloza e amorosa
A todos filhos oferta o “pão”
Ao alimentar e saciar a fome
Daqueles que A procuram.
Mãe a nos dar o conforto
Nas horas de dor e desespero
Intercendendo junto ao Pai
Ao Filho e ao Espírito Santo
Que no Ventre Sagrado carregou 

E ao mundo em forma de humano
Presenteou.

Giselda Camilo 

Poesia de Virgolino Lima - Grito



Grito


Mãe, eu grito
Buscando a felicidade
Com esperança, sem esquecer
Os meus gritos de criança
Quando nas madrugadas
Eu gritava...
Eu gritava...
A senhora se levantava 
Para me acalentar
Fui crescendo e gritando
Em busca da felicidade
E aquele menino 
Que gritava , gritava...
Hoje canta, solta a voz 
Canta poesias das lembranças que tem
Lembrando dos gritos
Hoje lembro dos beijos e abraços.
Mãe, eu grito
Sempre que puder
Grito também pelo amor de uma mulher
Que mesmo velhinha
Não me esquece
E me quer.


Virgolino Lima
01-10-2014

1 de mai de 2018

Poesia de Giselda Pereira - Trabalhadores


TRABALHADORES

Médicos ou professores
Escritores ou advogados
Militares ou bancários
Enfermeiros ou vendedores
Cantores e compositores
Em qualquer profissão
Vale é a Dedicação...


A Dona de Casa é uma mulher
Que tem várias profissões
Lava ,passa,ensina os filhos
Limpa a casa e ainda dirige
Sem ter remuneração...


E os Professores de Dança
Que nos proporcionam prazer
Precisam ser mais valorizados
Pois nos trazem o Lazer...


Profissionais da Culinária
Que comidas gostosas fazem
Quando os pratos estão na mesa
Beleza e sabor nos trazem


E os Profissionais da Beleza
Que levam muita energia
Para Homens e Mulheres
Que querem se embelezar
E sentir mais alegria...


São tantas as profissões
São tantos profissionais
E não podendo esquecer
Dos que fazem serviços gerais
Se eu fosse colocar todos aqui
Não terminava jamais...


Giselda Pereira

19 de abr de 2018

Poesia de Clóvis Campêlo - Pelas ruas do Recife


PELAS RUAS DO RECIFE


Fonte - Clóvis Campêlo, 2000


Pelas ruas do Recife
surge a novidade,
afirmam-se credos seculares,
renascem mitos modernos.

Pelas ruas do Recife
dorme-se o sono dos justos,
cessam as palavras,
falam por si sós os fatos.

Pelas ruas do Recife
caminha a humanidade,
correm as notícias,
dispara a revolução.

Pelas ruas do Recife
travam-se todas as lutas,
cruzam-se todos os olhares,
reverenciam-se todos os deuses.

Pelas ruas do Recife
transitam todos os anjos,
ocorrem todas as mortes,
condensam-se todas as imagens.



Clóvis Campêlo


Poesia de Margarett Leite - Sempre Completo


SEMPRE COMPLEMENTO


Quem ouviu os uivos 
que assustam as esperanças 
que habitam nas montanhas de Judá?

Quem dispensou todas as largas portas?
E renegou o ego, dessa porta 
que não quero passar?

Quem silenciosamente planejou beber,
toda a água cristalina que há no meu corpo

Quem tentou derramar os meus cristais
de amor e esperança, de luz e vida eterna?
Quem tentou derramar em si meus cristais?
Até não mais puder?

Quem passou pelo portal da humanidade 
e deitou sereno , todo dentro do meu ser.
Na luz perene que habita o meu viver, ?

Nesse amor imortal que sempre me levará
a lagos de amor, e ilhas de ternuras.

Quem consegui subir na montanha 
que é o meu coração?
Nesse espaço sagrado e sem rancor
onde os uivos estridentes não chegarão.

Este sim , chegará comigo lá!
Me trazendo a paz, e o amor.

Sem guerras de entranhas
com sedes nunca ditas
por se complementar
todo dentro do meu ser.


Margarett Leite

Poesia de Lucélia Gomes - Uma viagem

18 DE ABRIL ,DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL 
Fonte - Google Imags


UMA VIAGEM

Ler...
É viajar no tempo
no conhecimento 
no mundo da imaginação
viver emoções
expressões
abraçar personagens
um vasto aprendizado
Quem ler não se limita
instiga até o ultimo ato
argumenta, enfrenta adversidades 
A leitura deixa a vida mais colorida
quem ler explica
ganha experiências, inventa
faz arte, tem seu espaço
O livro tem essa função
abre a mente, pra comunicação
é uma explosão de linguagem
elementos , imagens
quem ler entende, ensina
tem o passaporte nas mãos
o livro é assim
pra você e pra mim
um eterno desafio
basta abri-lo...

Lucélia Gomes