14 de mar de 2017

Poesia de Virgolino Lima - Bela Poesia


Bela poesia  

Bela poesia
Levita os desejos da mente
Explorando o coração
Na convicção do amor existente
Ao se debater nas laterais do universo
Mais amor para nós eu peço,
Para flutuar e contornar as linhas do horizonte
Fazer um grão de areia virar um monte
Fazer um olhar seu virar raio de luz
Sentir suas carícias
Como as areias da praia
Sentem o carinho das ondas
Mansas e serenas como teu olhar
Ouvir suas gargalhadas
Como canto da sabiá.

Virgolino Lima

Poesia de Giselda Camilo - Ao Poeta

Fonte - Google imagem

Ao Poeta 
Seu coração capta a essência do invisível
Que seus olhos não conseguem ver

Seus dedos expelem o magma da paixão de viver
Que implode dentro de si de modo incrível
Que me leva a viajar sobre ondas de rimas
Fazendo-me voar, sem asas,


Apaixonada sou pelo teu universo
Por poemas, poesias e versos.


Giselda Camilo

7 de mar de 2017

Poesia de João Diogo - Dia Internacional da Mulher


DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Mulheres
Oh! Mulheres deste universo
Vós que peregrinais
Entre o verossímil e o excelso
Através do carpir
Intangível do sofrimento.
Buscai lenitivos
E confortai-os com o porvir
Que decididamente
Levar-vos-há a emergir
Num sacrossanto
E louvável arroubamento.
Vinde vós, oh! Eleitas amadas...
Ser mulher, tão predicadas,
Auferir a primazia
Dos vossos dotes.
Vinde e arrecadai merecimentos,
Tão aprazíveis de encantamentos...
Sobejamente
Irradiado dos vossos portes.
Vinde,
Olhai e pasmai!
Ante os esgares
Que se contrai!
No rosto duma donzela!
Vinde
E derramai vosso amor...
Como se fora
Alimentar o rubor!
Tão evidenciado, ele se revela.
Vinde,
E proclamai com destemor...
Toda a grandeza
Do vosso valor!
Neste dia
E não outro qualquer.
Vinde, para que a beleza  
Da vossa feminilidade,
Com assomos
De maturidade,
Seja o impoluto
Dia da mulher...!!!


ITAMARACÁ-  MARÇO DE 201-

JOÃO DIOGO

Poesia de Virgolino Lima - A tristeza de um beija-flor

Quadro Beija-Flor - Obra artística assinada pelo (a) autor (a).

A Tristeza de Um Beija-Flor

Ao amanhecer o dia

Vi a alegria dos pássaros
Gorjeando nas árvores
Corruchiando as melodias
Era só alegria
Mas quando o sol apareceu 
Para enxugar o orvalho
Aquecer os botões das roseiras
Fazendo desabrochá-los 
Surgindo assim o encanto
Das flores do jardim
Exalando diversos perfumes
Apareceram os beija-flores 
Saciando-se e alimentando-se
Porém, tinha uma flor 
Que não podia ser tocada 
E eles respeitaram 
Pois sabiam que tinha dono 
Linda e bela rosa 
Com aromas de perfumes 
Me atraía todos os dias 
E de tanto admirá-la 
Fiquei super apaixonado 
Todos os dias eu regava 
Com meu amor e carinho 
Passei a ser o jardineiro 
Exclusivamente da minha rosa. 
Vi a tristeza do beija-flor 
Não poder beijar 
A rosa mais bela e perfumada 
Simplesmente porque 
A tal rosa exalava 
Seu aroma perfumado 
Somente pra mim.

Poesia de Giselda Camilo - Folia de Momo


Folia de Momo – Giselda Camilo

Quero te encontrar
Quero te amar
Na folia de Momo
No Abaeté, Olinda
Rio, Recife,
Em qualquer lugar
Quero contigo está
Importa é estar
Fazer acontecer
O amor vencer
A distância
A ausência
A emoção rolar
Sem máscaras
Somente cara limpa
Olhos a brilhar
Porque a alegria
De estarmos assim
Reinará mais que o rei
Até Cinzas chegar
E quem sabe,
Pra sempre conosco
Ficar.

#giseldacamilo
#aromadeverso

14/02/2017


Poesia de Giselda Pereira - Um pouco da minha história



UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA


Um pouco da minha história
Nesses versos vou contar
Saí do Rio de Janeiro
E em Olinda fui morar...

Estava numa tristeza
Que a mim mesma dava dó
Não sabia o que fazer
Pra não me sentir tão só...

Como eu ia fazer
Pra aliviar minha dor
Se era uma dor tão forte
Pois perdia o meu amor...

E foi aí que ganhei
Meu primeiro computador
De início eu pensei
Qual será o seu valor...

Me lembrei que escrevia
E que tive que parar
Guardei as minhas poesias
Pra o meu amor me dedicar...

Minha mente se agitava
Quanta coisa eu pensava
E em forma de poesia
Os versos eu arrumava...

Coração sufocado
Coloquei pra alguém ler
E fiquei a esperar
O que ia acontecer...

E a resposta veio logo
Que eu tinha que continuar
Outras poesias escrever
Pra um poeta nascer...

Será que nasci poeta
Isso não sei dizer
Só sei que amo escrever
Se sou poeta não sei...

E hoje sou feliz
Nessa terra da folia
Dos Frevos e Maracatus
Na vida é só alegria...

Uma vidinha tranquila
Com minha família e amigos
Com minhas simples poesias
Com minha marca em dois livros...


Giselda Pereira

Poesia de Margarett Leite - Uma luz no fim do túnel


UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

A luz está lá no fim do túnel 
e você finge não vê
e a luz clareia o escuro, 
da tua vida vazia,
orgia, luxo e ter 
mas você finge não vê, 
muitas vezes você dopa-se de 
de luxúria, sexo ou só ter,
e a luz no fim do túnel brilha mais 
para não te deixa esquecer, 
e mostra-se sempre a você 
mas você segue sem rumo, 
destruindo o que puder, 
sem dar amor verdadeiro 
só desmanchado os valores 
que deus te deu por amor 
nessa luz no fim do túnel
que você finge não vê
olhe bem na escuridão
que tua vida levou
olha lá no fim do túnel 
essa luz brilha para você 
pega é tua meu irmão 
ela está no coração 
que deus deu para você.

Margarett Leite




Poesia de João Diogo Primavera - aí vem


PRIMAVERA- AÍ VEM

Decorram horas,
Dias, madrugadas,
Infindas metamorfoses!
É a Primavera,
Que sempre chega,
Escoando profusão;
Ainda que gravite
Sadia e em pose!
Como se fora
A mais desejada
E esperada aparição.
Primavera ambiental
Previlégio da natureza!
Qual jardim imemorial,
De quiméras e amores!
Que a sementeira universal
Priviligia com nobreza,
No mais intrinsico,
Revestimento de flores...
Tudo que a Primavera,
Dá:
É fescínio, é enlevo, é alvorada;
É poeira ou folha poluida
Pelos ventos da madrugada
Que as neblinas absorvem,
Indiferentes, ao seu vai-vem.
Mas a Estação
Além do seu vínculo natural...
Que gira em seu redor
Após tempo invernal...
É levitada incólume!
Após a Primavera
Que aí vem...




João Diogo

14 de fev de 2017

Poesia de João Diogo - Pequeno e atrevido




PEQUENO E ATREVIDO


Omisso e resoluto
Ele fita o Mundo
28 vezes por Ano!
Como se o astral,
 Que o coloca no universo,
Como um dos menores em tamanho,
Tivesse o condão.
 De premiá-lo, dos restantes,
 Como o mais tacanho,
Soberano e irreverente
Mês profano.
Além de ser,  o  mais charmoso
E o mais controverso  mês do Entrudo
Ele é, além  de expressivo,
 Passivo e errante
E Sem qualquer esboço de contradição;
O  mais corriqueiro,
E o mais buliçoso de todo o mundo...
Em suas deambulações,
O mês diverte, rejuvenesce e enobrece
Como atracção,
Pese o facto da sua hereditaridade
O ligitimar como mês carnavalesco.
Pequeno e atrevido mês
Que actua sob o comando alheio,
Tem o aliciante de ser o evento,
Que mais ligitimidade tem,
No mundo inteiro!
Apesar da euforia alardeada
Ser confusa e atrevida.
Brincalhão e divertido...
Da morte ele se abstem,
Contudo é o mais verossímil
Mês do Ano
A ser recompensado
Por tudo
Que lhe advém,
E também, do que lhe vem.
Do além...!!!

 

RECIFE- Fevereiro de 2017

 João Diogo

9 de fev de 2017

Poesia de Madalena Castro - Frevar em Olinda



Fonte - Google imagem


FREVAR EM OLINDA

Eu vou frevar em Olinda
Cidade que faz sonhar
Pelas ladeiras de Olinda
Ninguém vai me segurar

Começo no Varadouro
Depois eu subo a ladeira
Vou frevar com alegria
No Mercado da Ribeira

Nos Quatro Cantos, no Amparo
Também no Alto da Sé
Eu vou frevar bonitinho
Frevar na ponta do pé

E quando estiver cansado
Na praia vou me banhar
Depois eu caio no frevo
Até o frevo parar

Madalena Castro

4 de jan de 2017

Poesia de João Diogo - Eu sou o primeiro mês


EU SOU O PRIMEIRO MÊS

Oh! Janeiro! 
Por quê... O primeiro mês do Ano?
Ansiedade do acontecer?
Naturalidade do existir?
Finalidade de te afirmares
Como um talismã?
Ou prioridade
Ante quadro
Optimista e soberano;
A te indicar
Como o mais primário,
Mês, da era cristã.
Oh! Janeiro!
Vítima do descaso da iniciação...
Que a natureza eclode
Em braçadas de humores rigidos!
Punindo e abrançando
Horizontes em evolução,
Que a alvorada recreia
Em tons de cinza
E negrumes frigidos.
Oh! Janeiro!
Que doas que recebes e que consentes,
Ainda que tenhas a teu cargo
O mês que mereces...
Como referência
Ao que te enobrece, anualmente.
Como mês fecundo,
Acessível e rotineiro,
Que a lei da rotatividade, te elege,
Como o mês do Ano mais primeiro...
Apesar da agressividade
Que te engrandece,
Lisonjeiramente.

Recife- Janeiro de 2017

João Diogo

17 de dez de 2016

Atenção - Programa Sábado Poético


Poesia de Miquéias Crasto - Eis a questão!


Eis a questão!

Quando penso estar certo,
Vem o errado distorcendo,
Quando penso estar vencendo,
Vem problemas crescendo,
Quando penso superar,
Vem anexo a tristeza,
Quando penso animar,
Sigo livre em fraqueza,
Quando penso chorar...
Logo nasce um novo dia 
E meus olhos a brilhar,
renovados de alegria, 
Seguem firmes a andar.
Na certeza que um dia... 
um Novo dia virá.

Miquéias Crasto

Poesia de Margarett Leite - Um dia um amor


Um dia um amor

(Margarett Leite)

Um dia um amor
que nasceu de Deus
que nasceu no céu
que é só a paz
que se perdeu do céu
que se perdeu de Deus
que se perdeu em dor

Um dia um amor
que se perdeu no caos
que se doou ao leo
que se fez profano
que se deixou sujar
que tentou sair
da missão que há

Um dia um amor
que se reentregou
que voltou pra Deus
que então reviveu
em mim renasceu
se doou a Deus


Um dia um amor
que desfez os nós
só deixou a luz
que nasceu no céu
que sempre viverá
na eterna paz
que é só de deus
e só a luz dará
o perdão de Deus
e só amor será
se for meu e seu..