20 de abr de 2017

Poesia de Giselda Pereira - Pintando o mês de abril


PINTANDO O MÊS DE ABRIL

Peguei o meu lápis
Tantas cores misturei
Pra pintar o mês de abril
Vibrando eu comecei

Veio cheio de flores
O glorioso mês de abril
Com chuva ou com sol
É sempre primaveril

Abriu alas pra vida
Renovou toda alegria
Tudo veio diferente
Nova vida que surgia

Bendito mês de abril
Que veio cheio de amor
Parecendo um arco - íris
Afastando toda dor...

Giselda Pereira
18/04/2017


19 de abr de 2017

Poesia de Margarett Leite - Todo dia é dia de índio

Fonte - www.afirmapelavida.org

Todo dia é dia de índio

Correndo nos prados verdes do Brasil 
banhando-se nas águas límpidas dos rios 
na imensidão de uma terra farta 
os seus filhos primeiros viviam em harmonia 
comia os frutos do mar e da terra 
não poluíam e não destruíam as suas florestas
não tinham deuses malignos, só o sol e a lua 
respondiam os apelos de tupã o grande pai 
com suas crianças , os curumins,
baixavam-se a altura deles para os ouvirem 
e respeitavam os mais velhos 
 ouvindo e aprendendo com eles 
não moravam em ocas solitárias os velhos 
pelo amor que eles tinham aos antigos 
usavam penas das aves coloridas para se ornarem
amando a mãe natureza, e seus frutos
quando nascia o astro sol eles agradeciam 
quando a lua clareava a escuridão da noite 
faziam cânticos e danças ao luar 
todo dia era dia novo e feliz 
porque eles ainda vivem e a terra mãe os ama 
os homens brancos que vieram dominá-los 
tentaram escravizar os donos da terra 
mas não conseguiam , eles lutaram 
 e morreram aos milhares, mas são donos 
primeiros da terra, todo dia é dia dos índios.
Os colonizadores trouxeram consigo
dores , morte, doença, ambição e poder
hoje escutem o som das cachoeiras 
vejam suas florestas devastadas 
por monstros de cimento e ferro 
todo dia devemos considerar 
 nós homens de origem diversas 
que reinaram e colonizaram 
esse país que tem a forma de coração 
que já era conhecido pelos fenícios 
que acharam um papiro onde mostrava
um mapa, falando em país que seria 
o coração do mundo, honremos 
os homens que primeiro habitaram 
os verdadeiros brasileiros.
Somos invasores. Mas somos brasileiros

Margarett Leite



18 de abr de 2017

Sarau Poético - Convite


Poesia de João Diogo - Páscoa


PÁSCOA


Radioso e constante
Como se fora um debutante;
É este presente da era cristã!
Em que ele é o garante
Deste hoje frutificante,
Até aos dias do amanhã.
Naquele madeiro sofredor,
Imolado na crueldade,
De braços abertos, o Senhor,
Abraçava toda a dor
Imputada à humanidade.
Hoje aqui acontecemos!
Fazendo jus ao que concebemos
Neste presente que nos premeia.
Termos Jesus como referência
Além duma melhor experiência
Como elo, que a todos lisonjeia.
Agradecendo,
E até correspondendo,
As oportunidades que se abrem.
Como os belos momentos de amor,
Que hauridos do Senhor,
A muitos comprazem.
Realidade Universal,
Comum a todo o mortal.
Quer seja ateu ou cristão;
Deu-nos uma natureza vigente,
Desde o passado ao presente;
Até ao fim da geração.
Nesta Páscoa d era atual
Que abraçamos com fervor...
É tão gracioso como até natural,
O enlevo a este Deus imortal!
Que nos atinge,
Com todo o seu amor.

Recife- 16 de Abril de 2017

João Diogo

11 de abr de 2017

Poesia de Giselda Camilo - Páscoa



Páscoa



                                                   P alavra
                                                   Á vida
                                                   S ublime
                                                   C ompleta
                                                   O riginal
                                                   A mor



Giselda Camilo

3 de abr de 2017

Poesia de João Diogo - Andorinhas de Regresso

Fonte - http://munddoaves.blogspot.com.br

ANDORINHAS
DE REGRESSO


Ante uma arribação
Aguardada
Como se fora
Um filho adormecido!
Andorinhas que no seu vaivém,
Dão o tom,
Pelo espaço esvoaçando;
Quando em grupo
Bem unido,
Descrevem acrobacias
Em seu corpo alado,
Levitando.
Voláteis, elas se recreiam,
Na beleza da sua rotina!
Deambulando com destreza
O embalo da sua passagem...
Qual magia da evolução
A norteá-las, apesar do clima,
Que a brisa da noite
Aconchega,
Como se fora uma miragem.
Alegres,
Estes pássaros noturnos,
Que a primavera abriga
Como unos...
Em seu reduto de
Andorinhas ligeiras.
Quiçá a desenvoltura,
Planejada na postura,
Tão supostamente
Ensaiado!
Qual esplendor
Assumido,
Ante um regresso
Embelezado.


JOÃO DIOGO
Recife 1 de abril de 2017


14 de mar de 2017

Poesia de Virgolino Lima - Bela Poesia


Bela poesia  

Bela poesia
Levita os desejos da mente
Explorando o coração
Na convicção do amor existente
Ao se debater nas laterais do universo
Mais amor para nós eu peço,
Para flutuar e contornar as linhas do horizonte
Fazer um grão de areia virar um monte
Fazer um olhar seu virar raio de luz
Sentir suas carícias
Como as areias da praia
Sentem o carinho das ondas
Mansas e serenas como teu olhar
Ouvir suas gargalhadas
Como canto da sabiá.

Virgolino Lima

Poesia de Giselda Camilo - Ao Poeta

Fonte - Google imagem

Ao Poeta
Seu coração capta a essência do invisível
Que seus olhos não conseguem ver
Seus dedos expelem o magma da paixão de viver
Que implode dentro de si de modo incrível
Apaixonada sou pelo teu universo
Que me leva a viajar sobre ondas de rimas
Fazendo-me voar, sem asas,
Por poemas, poesias e versos


Giselda Camilo

7 de mar de 2017

Poesia de João Diogo - Dia Internacional da Mulher


DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Mulheres
Oh! Mulheres deste universo
Vós que peregrinais
Entre o verossímil e o excelso
Através do carpir
Intangível do sofrimento.
Buscai lenitivos
E confortai-os com o porvir
Que decididamente
Levar-vos-há a emergir
Num sacrossanto
E louvável arroubamento.
Vinde vós, oh! Eleitas amadas...
Ser mulher, tão predicadas,
Auferir a primazia
Dos vossos dotes.
Vinde e arrecadai merecimentos,
Tão aprazíveis de encantamentos...
Sobejamente
Irradiado dos vossos portes.
Vinde,
Olhai e pasmai!
Ante os esgares
Que se contrai!
No rosto duma donzela!
Vinde
E derramai vosso amor...
Como se fora
Alimentar o rubor!
Tão evidenciado, ele se revela.
Vinde,
E proclamai com destemor...
Toda a grandeza
Do vosso valor!
Neste dia
E não outro qualquer.
Vinde, para que a beleza  
Da vossa feminilidade,
Com assomos
De maturidade,
Seja o impoluto
Dia da mulher...!!!


ITAMARACÁ-  MARÇO DE 201-

JOÃO DIOGO

Poesia de Virgolino Lima - A tristeza de um beija-flor

Quadro Beija-Flor - Obra artística assinada pelo (a) autor (a).

A Tristeza de Um Beija-Flor

Ao amanhecer o dia

Vi a alegria dos pássaros
Gorjeando nas árvores
Corruchiando as melodias
Era só alegria
Mas quando o sol apareceu 
Para enxugar o orvalho
Aquecer os botões das roseiras
Fazendo desabrochá-los 
Surgindo assim o encanto
Das flores do jardim
Exalando diversos perfumes
Apareceram os beija-flores 
Saciando-se e alimentando-se
Porém, tinha uma flor 
Que não podia ser tocada 
E eles respeitaram 
Pois sabiam que tinha dono 
Linda e bela rosa 
Com aromas de perfumes 
Me atraía todos os dias 
E de tanto admirá-la 
Fiquei super apaixonado 
Todos os dias eu regava 
Com meu amor e carinho 
Passei a ser o jardineiro 
Exclusivamente da minha rosa. 
Vi a tristeza do beija-flor 
Não poder beijar 
A rosa mais bela e perfumada 
Simplesmente porque 
A tal rosa exalava 
Seu aroma perfumado 
Somente pra mim.

Poesia de Giselda Camilo - Folia de Momo


Folia de Momo – Giselda Camilo

Quero te encontrar
Quero te amar
Na folia de Momo
No Abaeté, Olinda
Rio, Recife,
Em qualquer lugar
Quero contigo está
Importa é estar
Fazer acontecer
O amor vencer
A distância
A ausência
A emoção rolar
Sem máscaras
Somente cara limpa
Olhos a brilhar
Porque a alegria
De estarmos assim
Reinará mais que o rei
Até Cinzas chegar
E quem sabe,
Pra sempre conosco
Ficar.

#giseldacamilo
#aromadeverso

14/02/2017


Poesia de Giselda Pereira - Um pouco da minha história



UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA


Um pouco da minha história
Nesses versos vou contar
Saí do Rio de Janeiro
E em Olinda fui morar...

Estava numa tristeza
Que a mim mesma dava dó
Não sabia o que fazer
Pra não me sentir tão só...

Como eu ia fazer
Pra aliviar minha dor
Se era uma dor tão forte
Pois perdia o meu amor...

E foi aí que ganhei
Meu primeiro computador
De início eu pensei
Qual será o seu valor...

Me lembrei que escrevia
E que tive que parar
Guardei as minhas poesias
Pra o meu amor me dedicar...

Minha mente se agitava
Quanta coisa eu pensava
E em forma de poesia
Os versos eu arrumava...

Coração sufocado
Coloquei pra alguém ler
E fiquei a esperar
O que ia acontecer...

E a resposta veio logo
Que eu tinha que continuar
Outras poesias escrever
Pra um poeta nascer...

Será que nasci poeta
Isso não sei dizer
Só sei que amo escrever
Se sou poeta não sei...

E hoje sou feliz
Nessa terra da folia
Dos Frevos e Maracatus
Na vida é só alegria...

Uma vidinha tranquila
Com minha família e amigos
Com minhas simples poesias
Com minha marca em dois livros...


Giselda Pereira

Poesia de Margarett Leite - Uma luz no fim do túnel


UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

A luz está lá no fim do túnel 
e você finge não vê
e a luz clareia o escuro, 
da tua vida vazia,
orgia, luxo e ter 
mas você finge não vê, 
muitas vezes você dopa-se de 
de luxúria, sexo ou só ter,
e a luz no fim do túnel brilha mais 
para não te deixa esquecer, 
e mostra-se sempre a você 
mas você segue sem rumo, 
destruindo o que puder, 
sem dar amor verdadeiro 
só desmanchado os valores 
que deus te deu por amor 
nessa luz no fim do túnel
que você finge não vê
olhe bem na escuridão
que tua vida levou
olha lá no fim do túnel 
essa luz brilha para você 
pega é tua meu irmão 
ela está no coração 
que deus deu para você.

Margarett Leite




Poesia de João Diogo Primavera - aí vem


PRIMAVERA- AÍ VEM

Decorram horas,
Dias, madrugadas,
Infindas metamorfoses!
É a Primavera,
Que sempre chega,
Escoando profusão;
Ainda que gravite
Sadia e em pose!
Como se fora
A mais desejada
E esperada aparição.
Primavera ambiental
Previlégio da natureza!
Qual jardim imemorial,
De quiméras e amores!
Que a sementeira universal
Priviligia com nobreza,
No mais intrinsico,
Revestimento de flores...
Tudo que a Primavera,
Dá:
É fescínio, é enlevo, é alvorada;
É poeira ou folha poluida
Pelos ventos da madrugada
Que as neblinas absorvem,
Indiferentes, ao seu vai-vem.
Mas a Estação
Além do seu vínculo natural...
Que gira em seu redor
Após tempo invernal...
É levitada incólume!
Após a Primavera
Que aí vem...




João Diogo